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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

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Fabricação de latas com alumínio reciclado diminui em até 70% as emissões de co2

Em 2014, 98,4% das latas de alumínio colocadas no mercado nacional foram recolhidas e recicladas no Brasil. Os últimos dados oficiais divulgados pelo setor colocam o país como líder mundial no quesito, à frente de países como Argentina (91,1%), Japão (87,5%) e Estados Unidos (66,5%).
E um estudo conduzido pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea) apontou algumas vantagens deste tipo de embalagem para o meio ambiente após analisar o ciclo de vida da lata de alumínio para bebidas no Brasil.

Segundo a pesquisa, a reciclagem da lata de alumínio para obtenção de uma nova embalagem pode proporcionar uma redução em até 70% as emissões de CO2 e 71% do consumo de energia em comparação à lata fabricada apenas com alumínio primário, aquele que é obtido a partir da extração da bauxita.

 dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas), analisou diferentes cenários, conforme explica Luiz Alberto Lopes, engenheiro metalurgista e integrante do Comitê de Reciclagem da Abal:

“No caso de 50% de metal reciclado e 50% de metal virgem, haveria uma redução de 35% em relação às emissões de CO2 quando comparado com o primeiro cenário (apenas metal primário), haveria um consumo de energia elétrica 36% menor, um consumo de água 33% menor, um consumo de bauxita (ou seja, a necessidade de retirada de minerais ou minérios) de menos 47% e 36% de redução na pegada de carbono. Já no cenário com 98% de metal reciclado, que é o que acontece hoje no Brasil, nós temos 70% de redução em relação às emissões de CO2, uma redução de 71% no consumo de energia elétrica, 65% de redução no consumo de água e 93% de redução no consumo de bauxita, resultando em 71% de redução do CO2 equivalente, ou seja, da pegada de carbono. Então isso mostra que as emissões atmosféricas são muito menores, bem como a redução na pegada de carbono”. 

Luiz Alberto Lopes também comentou as vantagens do alumínio e as possibilidades de crescimento do setor:

“O alumínio, justamente por sua leveza e por sua facilidade de ser trabalhado ou ser transformado, é um material que apresenta grandes vantagens na fabricação de embalagens. Aí a lata de alumínio acaba se destacando como vedete no setor. Então nós temos o setor de latas de alumínio crescendo vertiginosamente. O Brasil hoje tem uma capacidade de produção instalada da ordem de 28 bilhões de unidades anuais em 20 fábricas que estão instaladas no Brasil. O setor de produção de latas de alumínio gera 3,5 mil empregos diretos, representa um faturamento de  R$7,5 bilhões/ano, e nos últimos 15 anos houve um investimento neste setor da ordem de R$6,7 bilhões”. 

Recentemente o INMETRO criou um programa de rotulagem ambiental para atestar a sustentabilidade de produtos fabricados no Brasil. As informações podem ajudar o consumidor na hora de escolher o que vai levar para casa e também facilita a entrada dos produtos no mercado internacional.
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Programa Oeste em Desenvolvimento planeja ações para melhorar a piscicultura na região

Em sete anos, a produção de peixes no Paraná triplicou e saltou de 30,8 mil toneladas em  2009 para aproximadamente 90 mil toneladas em 2015. Para 2016, a projeção de crescimento é de 22%, acima da média nacional projetada em 15%, chegando à casa das 110 mil toneladas, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. 

E a maior parte desta produção está concentrada na região Oeste, onde a piscicultura ajuda a diversificar a renda do produtor rural, combinada com outras atividades como a pecuária e a agricultura. Para acompanhar este bom momento e ainda ajudar a o setor a atender com qualidade esta alta demanda, o Programa Oeste em Desenvolvimento – que envolve mais de 40 instituições da região, como a Fundação Parque Tecnológico Itaipu e a Itaipu Binacional - vem atuando fortemente no tema por meio de sua Câmara Técnica de Peixes. 

Após levantar as potencialidades e diagnosticar os entraves existentes no setor, os trabalhos do grupo foram divididos em três linhas principais, conforme explica Renata Saviato Dias, engenheira sanitarista da Fundação PTI:

“A pesquisa para a despesca vai buscar tecnologias e métodos que diminuam a poluição da água, que depois é lançada no meio; na questão nutricional das rações iremos buscar padrões mínimos e máximos para cada nutriente de sua composição, porque muitas vezes isso acaba se tornando residual no tanque, que se deposita e se torna a principal fonte de poluição no tanque; e no item da qualidade da água, buscaremos tecnologias que melhorem a água de entrada do tanque, o lançamento do efluente durante a produção do pescado e também uma linha para o reaproveitamento de água”.
A Fundação PTI exerce um papel importante no suporte e articulação das ações desenvolvidas, conforme explica Jonhey Nazário Lucizani, gerente de Desenvolvimento Territorial: 
“É entendido dentro do Programa Oeste em Desenvolvimento que o PTI é uma instituição que presta suporte para essas atividades produtivas. A participação do PTI dentro desse processo refere-se principalmente a aproveitar as competências que já possui internamente e que pode aplicar e ampliar para o setor produtivo, diminuindo os gargalos para o setor produtivo. Esse que é o grande papel do PTI. Tanto na questão das competências internas, disponibilizando-as para as cadeias produtivas, através de projetos e coordenando ações, como também articulando outros agentes para dentro dessa execução das ações e dar suporte para a coordenação da cadeia produtiva”. 

Ampliação com a força das cooperativas

Pelo menos dois grandes investimentos de cooperativas devem impulsionar ainda mais a produção de peixes na região. A C.Vale, sediada em Palotina, deve inaugurar ainda no primeiro semestre de 2017 um abatedouro com capacidade para o processamento de 50 toneladas de peixes por dia.

Já a Copacol, que em 2008 inaugurou seu abatedouro em Nova Aurora, tem planos de dobrar a produção de tilápia até 2018, chegando a marca de 140 mil unidades por dia, conforme explica seu supervisor e também coordenador da Câmara Técnica do Peixe no Programa Oeste em Desenvolvimento, Mauricio Luiz Kosinski. Ele também comenta sobre a importância dos cuidados com os recursos hídricos e da vocação não só estadual, mas nacional para a piscicultura: 

“O processo já está em andamento. Estamos com financiamento liberado e obras em construção para duplicarmos a capacidade produtiva ou a produção de pescados aqui na Copacol. Com o crescimento da atividade de piscicultura na região aumenta-se a demanda pelos recursos naturais, mais especificamente a água, que é um bem escasso e que temos que cuidar muito bem. Diante disso, um dos itens que temos trabalhado é a busca por alternativas e tecnologias que visem a redução da captação de água dos meios naturais para a piscicultura. Entendemos que se cuidarmos melhor da água no processo de cultivo do peixe, precisaremos captar menos água e conseguiremos entregar um efluente em menos quantidade e de melhor qualidade. Não só o Paraná, mas o Brasil todo tem um potencial de aquacultura muito forte. O que faz diferença é ter projetos viáveis economicamente, que não pensem especificamente na produção, mas num modelo de integração, em que a cooperativa organiza toda a cadeia produtiva e o produtor faz a sua parte que é produzir os peixes”. 

A piscicultura também cresce na área do reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Desenvolvido pela empresa desde 2003, o projeto ganhou fôlego no ano passado, quando o Ministério da Pesca e da Aquicultura liberou o cultivo de tilápia em tanques-rede nos braços dos reservatórios.

Outro fato importante para o setor foi o recente anúncio do Governo Federal na ampliação em mais de 100% na linha de crédito oferecida aos produtores de pescado, o que já era uma reivindicação do Programa Oeste em Desenvolvimento. O aumento de R$ 150 mil para R$ 330 mil, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), foi incluído pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no Plano Safra para a Agricultura 2016/2017.
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Litoral do Paraná tem áreas de risco de desastres mapeadas

Somente entre 2011 e 2014, os desastres naturais causaram, além de danos ambientais, um prejuízo material de quase R$ 4,68 bilhões ao Paraná. Visando formas de mitigar os efeitos decorrentes de eventos climáticos como deslizamentos de terra, por exemplo, o Estado realizou um mapeamento de possíveis áreas de risco localizadas no Litoral.

A entrega também deve auxiliar na regularização de terras e no planejamento socioeconômico e ambiental da região. Ao todo foram mapeados mais de 2 mil quilômetros quadrados (2.134,56 km²) na escala de 1 para 10.000, numa ação que integra o Programa de Fortalecimento na Gestão de Riscos e Desastres, iniciativa do Projeto Multissetorial da Secretaria de Planejamento que conta com recursos do Banco Mundial.
O mapeamento ultrapassa a barreira das copas das árvores da floresta, fornecendo informações do terreno, como as características de uso do solo, áreas urbanas, muros e cercas, áreas alagadas, estradas não pavimentadas e outros dados importantes para análises técnicas.

O serviço foi realizado com o auxílio de uma aeronave com sensor de máxima precisão, o que possibilita a atividade mesmo com condições climáticas desfavoráveis. A diretora de Geociências do Instituto de Terras, Cartografia e Geociências (ITCG), Gislene Lessa, comenta sobre a importância do mapeamento:

“O objetivo era termos um detalhamento em uma escala adequada de mapeamento de uma área que sofreu graves deslizamentos em 2011. A motivação principal foi, em função de que havia uma área grande de abrangência de serra, que teve prejuízos materiais e também humanos. O Governo do Estado entendeu que precisava dar uma atenção maior a essas questões de riscos de desastres, para poder ter uma ação preventiva. Estudamos em conjunto com os grandes usuários desses mapeamentos, que ainda vão aprofundar os estudos para buscar a prevenção dos acidentes. Então é conhecer melhor a área e ter uma ação mitigadora dos problemas”.

O mapeamento poderá ser aproveitado por outras estâncias do Estado, que poderão utilizar essas informações para diversas finalidades e ainda aprimorar os estudos desenvolvidos.
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