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ICMBio lança guia de educação ambiental

Em comemoração ao Dia Nacional da Educação Ambiental, foi lançado no Parque Nacional do Iguaçu o guia “Educação Ambiental em Unidades de Conservação: Ações voltadas para Comunidades Escolares no contexto da Gestão Pública da Biodiversidade”.

A publicação foi liderada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e produzida em parceria com a organização não-governamental WWF-Brasil. O guia conta com diretrizes e orientações baseadas em ações de Educação Ambiental desenvolvidas em escolas no interior e entorno de unidades de conservação.

As diretrizes gerais e orientações metodológicas contidas na publicação nasceram de encontros e trocas de experiências entre representantes destas entidades, conforme explica Mariele Xavier, analista ambiental do Parque Nacional do Iguaçu:

Essa é uma demanda para o ICMBio das unidades de conservação trabalharem a educação ambiental com os sujeitos da educação formal (com as comunidade escolares). Até então não tínhamos diretrizes e orientações claras de como o gestor de unidades de conservação pode trabalhar com as comunidades escolares envolvidas nesse território, seja dentro ou fora das unidades, dependendo da sua categoria. Então a coordenação de Educação Ambiental do ICMBio em Brasília organizou junto com a WWF-Brasil duas oficinas, convidando gestores de unidades de conservação e parceiros que já têm experiência nesse trabalho com comunidades escolares. Então participamos de duas oficinas em Brasília (DF) e construímos esse guia, que é um material orientador e inspirador para aqueles gestores que queiram ou tenham a necessidade de envolver esse sujeito da educação formal no contexto da gestão pública da unidade de conservação”.

O lançamento do guia foi realizado no Parque Nacional do Iguaçu em virtude do local ser considerado referência em educação ambiental na gestão pública da biodiversidade com comunidades escolares.

Hoje temos projetos com diferentes sujeitos. Um deles é o curso da Escola-Parque que oferecemos para professores e técnicos dos municípios. Atendemos grupos organizados (a maioria deles de escolas) para fazer uma visita ao Parque, entendendo que aqui é uma unidade de conservação. Temos a Gincana Ecológica, que esse ano tem como tema o centenário da passagem de Santos Dumont pelo Parque Nacional, que envolve crianças dos quartos anos das escolas municipais. E também temos as datas comemorativas do Meio Ambiente, então temos vários projetos tentando atender os diferentes sujeitos que estão envolvidos na gestão desse espaço, que é o Parque Nacional do Iguaçu”.

Também participaram da criação do guia o Conselho Nacional de Populações Extrativistas (CNS) e a Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas Costeiras e Marinhas (Confrem).
A publicação pode ser baixada gratuitamente em http://goo.gl/8gZw2Z.


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Projeto propõe utilização de recursos didáticos para abordar o tema água


Acadêmicos da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) desenvolvem um projeto que tem como foco a elaboração de recursos didáticos para abordar o tema água. Maria Graça Porto, professora de Química da Unila e coordenadora do projeto explica o objetivo da pesquisa:


“O projeto de Construção de recursos didáticos para o empoderamento da temática água” surgiu mediante a necessidade de melhorias que sejam exequíveis para o ensino de ciências ofertados na educação básica no Brasil, almejando também as escolas dos países latino-americanos e caribenhos contribuindo, deste modo, com a proposta da Unila. Assim, no âmbito do projeto vem sendo planejadas e executadas ações que visam a construção de diferentes jogos didáticos tais como analógicos e digitais, um site educacional, um curso de formação continuada de professores, mostrando como inserir o tema água em sala de aula, por meio de diferentes enfoques teóricos e metodológicos, entre outros recursos didático-pedagógicos”.

A iniciativa foi selecionada pelo Programa de Apoio à Produção de Material Didático para Educação Básica – Projeto Água, por meio do edital da Capes e da Agência Nacional de Águas (ANA). O projeto teve nota máxima e ficou em sétimo lugar geral, entre 72 instituições de ensino superior do Brasil.


“A ideia emergiu mediante a um apoio lançado pela Capes em parceria com a Agência Nacional de Águas, por meio de um edital que visava selecionar projetos que tivessem como objeto a produção de material didático voltado para o tema água e que pudessem contribuir com o processo de ensino e aprendizagem das escolas de educação básica. Atualmente, temos alunos nos cursos de licenciatura em Ciências da Natureza e Química, atuando no projeto, ou seja, estamos elaborando estratégias diversificativas sobre a temática água que serão em breve disponibilizadas para professores”.

O projeto possui etapas que visam a construção dos recursos didáticos metodológicos como jogos educacionais, jogos digitais, vídeos educativos, elaboração de um site, além da oferta de oficina. As ações visam contribuir com a formação continuada de professores da educação básica além de promover a popularização, conscientização, entretenimento, aprendizagem, entre outros benefícios relacionados ao tema água.


“Para tanto, estamos articulando algumas parcerias que são de extrema importância, tais como a escola parque e o Núcleo Regional de Educação. Esta etapa do projeto ocorrerá em novembro em comemoração ao dia do rio e, por fim, a divulgação de todas as estratégias construídas e consolidadas ao longo do projeto tanto nas escolas da rede pública de ensino de Foz do Iguaçu, como nas escolas do países circunvizinhos”.

Todos os materiais produzidos serão de domínio público e terão ampla divulgação por veículos de comunicação.
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“Desperdiçar alimentos é desperdiçar água”, afirma representante da FAO

A necessidade de mudança nos hábitos de consumo em relação aos alimentos foi tema da palestra dorepresentante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, durante o encontro dos integrantes da Rede Global de Gestão Participativa da Água, no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu.

De acordo com Bojanic, além de evitar o desperdício em sua residência, o consumidor precisa estar atento aos processos de produção, transporte e armazenamento dos alimentos de forma que o uso dos recursos naturais, principalmente a água, seja minimizado:


“Temos uma responsabilidade muito grande pelo jeito como administramos nossa geladeira, são coisas pequenas mas que ao final podem resultar em uma grande redução pois desperdiçar alimentos é desperdiçar água. 70% da água que é consumida no mundo é para produzir alimentos, quando você desperdiça alimentos está desperdiçando um alimento que foi irrigado, lavado, além do desperdício de água no transporte. Então, a relação é bem direta quanto ao gasto de água. Para se ter uma ideia, para produzir um quilo de carne são utilizados 15 mil litros de água, então se por algum motivo você desperdiça um quilo de carne, está desperdiçando 15 mil litros d'água. Essa é uma relação muito forte, por isso devemos ser mais cientes quanto ao desperdício e apoiar políticas para a redução do desperdício, a questão da comunicação é central para que todos possamos mudar nossa atitude quanto ao consumo racional dos alimentos”.

O representante da FAO também comentou a atuação da Organização na implementação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030:

“Nós apoiamos a formulação de políticas contra a fome. Apoiamos legislações com parlamentares para que possam haver leis que possam apoiar ações que tenham a ver com a erradicação da fome. A FAO está trabalhando principalmente no objetivo dois, mas também com a questão da água, com o uso racional do solo, com o uso racional dos solos, conservação de solos, questões de mudanças climáticas, que é um grande tema da FAO para ter uma agricultura com baixas emissões de carbono, tudo isso. Estamos alinhados, é como eu digo: nossa grande carta de navegação para o trabalho da FAO são os Objetivos de Desenvolvimento sustentável”.

A Rede Global de Gestão Participativa da Água congrega iniciativas premiadas pela ONU-Água com o Water for Life, iniciativa que reconhece as melhores práticas de gestão da água. O encontro entre representantes dos países-membros da Rede tem como objetivo discutir possíveis contribuições para a melhoria da gestão dos recursos hídricos no mundo e sua relação com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a Agenda 2030.
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