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Microgeração teve aumento de mais de 70% em 2016

A perspectiva é que o Brasil alcance, aé 2024, 700 mil consumidores-geradores de energia solar
A microgeração de energia vem consolidando seu espaço no cenário nacional e já registra forte expansão. Para se ter uma ideia, atualmente, o Brasil tem mais de 3,5 mil empreendimentos instalados até o início de junho deste ano, de acordo com dados repassados pela Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen). Isso corresponde a um aumento de 75% na comparação com dezembro de 2015.

O presidente da Cogen, Newton Duarte, faz um retrospecto do crescimento da microgeração em 2016:

“Nós havíamos divulgado dados, até o final de maio deste ano, de 46% de crescimento da microgeração. Acessamos números mais frescos nos quais saímos de 2,7 para 3,3 ligações fotovoltaicas, em específico 3.368, até 30 de junho, 59 sistemas eólicos, 17 pequenas termelétricas, 5 pequenas centrais de geração hidrelétrica e 5 sistemas híbridos. Isso dá ao setor elétrico praticamente 29 MW de energia, com cerca de 3,5 empreendimentos, com crescimento em relação aos 1,9 MW, temos um crescimento palpável, quase dobrando a geração de dezembro pra cá”.

O aumento da tarifa de energia vigora como um dos fatores que impulsionaram o crescimento da microgeração. Também podem ser associados avanço, a isenção de ICMS nas operações com energia produzida por micro ou mini geração, praticada em alguns estados, além da recente liberação para que os consumidores utilizem recursos do FGTS para instalar os geradores.

Para os próximos anos, a microgeração terá um papel importante nos grandes centros urbanos brasileiros, conforme projeta Newton Duarte:

“Devemos ter, ao longo dos próximos dez anos, um papel importante da micro e mini geração distribuídas nos nossos grandes centros metropolitanos, criando uma situação interessante para as concessionárias de distribuição de energia elétrica, onde elas deverão ter um papel fundamental promovendo o fio, que é o grande seguro, ou seja, fazendo que a energia necessária para complementar essa auto geração possa vir dos grandes sistemas, a exemplo de Itaipu, carreados pelos sistemas de distribuição e também promovendo um seguro de energia para caso esses sistemas de micro e mini geração distribuídos não operem por alguma razão, algum defeito ou acidente, as distribuidoras possam dar o backup e fornecer a energia necessária para as residências e comércios nesse mundo de geração distribuída”.

O presidente da Cogen faz um breve panorama das resoluções de incentivo à microgeração e pontua algumas iniciativas que, se implantadas, serão cruciais para a consolidação da micro e mini geração no Brasil:

“Nós precisamos, primeiro, ter uma facilidade e essa Resolução Normativa nº 687/2015 já define que as distribuidoras não terão mais três meses e sim, 34 dias para dar autorização, assim que recebida à solicitação do consumidor. Nós tivemos ainda uma medida importante do Confaz de dar aos estados a opção de não cobrar o ICMS do valor gerado pelo microgerador e somente cobrar o valor líquido entre geração e consumo; agora você só paga a diferença que é o valor consumido menos o valor autogerado. Isso deu uma apreciação muito grande e um crescimento do retorno do investimento, esse talvez seja o principal elemento talvez para que esse crescimento esteja em forma geométrica. A partir de 2020, com o programa do BNDES onde existe um decréscimo do custo dos financiamentos e na medida que a indústria possa promover uma localização maior dos componentes e produtos com fabricação brasileira, na medida que temos esses equipamentos brasileiros com custos mais suportáveis pelos consumidores e mais atraentes, termos então mais crescimento”.

Segundo projeções da Empresa de Planejamento Energético (EPE), o País chegará a 2024 com 700 mil consumidores-geradores de energia solar e uma capacidade instalada que deve alcançar 10 mil MW, somando a microgeração e os grandes parques solares.
Última modificação em Terça, 23 Agosto 2016 19:29
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