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Rio Grande do Norte deve receber 13 novos parques eólicos

A construção começa no início deste ano, com previsão aproximada de dois anos para conclusão. Foto: Divulgação
Com a crise hídrica, as energias renováveis ganham cada vez mais espaço na matriz energética brasileira. O setor eólico é um dos que mais cresce, tendo como principal produtor, o estado do Rio Grande do Norte.

Nos últimos 5 anos, a fonte eólica alcançou um alto nível de competitividade graças ao progresso tecnológico e a natureza do vento brasileiro. Neste cenário, a Companhia Paranaense de Energia, a Copel anunciou um investimento de 2 bilhões de reais para a construção de 13 novos parques eólicos no estado do Rio Grande do Norte em 2016.

O Diretor-presidente da Copel Renováveis, Ricardo Dosso, explica a importância do projeto:

"Energia renovável, do nível eólico, assim como fotovoltaica é um complemento da energia hidráulica já gerada pelo país. Então, na verdade, é o seguinte: hoje o patamar de geração eólica, ele é percentualmente muito menor que geração hidráulica, não chega a 10%. Então é uma energia complementar. Nós temos uma complementação da energia gerada no país por outra fonte-geração. Enquanto se tem pouca água, provavelmente é possível que se tenha muito vento ou é possível que se tenha muito sol, então essas energias, embora hoje, percentualmente muito menores que a hidráulica, elas complementam a geração principal do país, que é a hidráulica"

De acordo com o Ricardo Dosso, além dos benefícios econômicos gerados na região de implantação dos parques, o projeto irá ajudar na consolidação da energia eólica na matriz energética nacional e o faturamento do empreendimento será investido no setor elétrico paranaense:

"Por que investir lá e não em outro lugar? Porque lá é um dos melhores locais do mundo, onde temos ventos de mais alta velocidade, em torno de 8,10,12 metros por segundo e existe uma constância nos ventos, então lá eu tenho uma constância maior de geração. A copel faz o investimento no estado lá, e isso leva a uma contribuição local, lógico. Mas todo o faturamento desse processo, relativo à energia gerada vem para o estado do Paraná. E isso gera um benefício para o país todo. Esse benefícios de faturamento vem para o Paraná, para o governo do estado e para a Copel. Mas isso também trás um retorno para o país todo, porque eu to gerando e aumentando, melhorando a matriz energética, eu to dando mais contribuição de geração para o país, que tá precisando de geração de energia neste momento. Então, como é uma fonte diferente da hidráulica, se diminui o potencial de água, complementarmente as eólicas e futuramente, as fotovoltaicas melhoram a contribuição, por ocasião da falta de água".

Com torres de 120 metros de altura - as maiores do gênero no mundo - 86 aerogeradores integrarão sete parques do Complexo Cutia, de 180 MW de potência instalada. Os outros 63 equipamentos farão parte dos seis parques do Complexo Bento Miguel, com 132 MW. A construção começa no início deste ano, com previsão aproximada de dois anos para conclusão.
Última modificação em Segunda, 22 Agosto 2016 18:21
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