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Preservação de bacia hidrográfica do ES é nova meta da Iniciativa Rios e Ruas

Só em SP, a iniciativa Rios e Ruas, já ajudou a redescobrir mais de 300 rios, córregos e riachos. Foto: divulgação
A iniciativa Rios e Ruas, que já ajudou a redescobrir mais de 300 rios, córregos e riachos em São Paulo e atuou em pelo menos doze cidades brasileiras, agora tem um novo objetivo. A nova missão do urbanista José Bueno, do geógrafo Luiz de Campos Junior e da bióloga Juliana Gatti é conscientizar as comunidades de Vila Velha (ES) quanto à preservação da Bacia do Rio Aribiri, que devido ao crescimento urbano desordenado de seu entorno está bastante poluída.

Antes dos trabalhos de campo em solos capixabas, o grupo desenvolveu estudos remotos do rio por meio de mapas, fotos e imagens de satélite. Depois, puderam constatar in loco os impactos urbanos sofridos pelo rio ao longo de seu curso, conforme explica o co-criador da iniciativa Rios e Ruas, José Bueno:

“Tivemos a chance de conhecer a nascente no seu estado puro. As lagoas lá do Vale Encantado. Então, encontramos o Aribiri extraordinário e desconhecido da população de Vila Velha. Ao longo do caminho, ou seja, quando o Aribiri sai do Vale Encantado, cruza a avenida e entra na cidade começamos a perceber o quanto começa ser castigado pela ocupação massiva em torno do rio, sem um cuidado da prefeitura local em mantê-lo preservado, de protegê-lo. Ele sofre com os dejetos e a emissão de esgotos, de lixo, e a poluição toda que é jogada no Aribiri, tratado como esgoto. Isso sim que faz ele sofrer, mas ele em si não tem nenhum problema. Quem tem problemas são a pessoas que convivem nessa beira de rio”.

Como parte das atividade desenvolvidas, o grupo formou uma expedição urbana, que envolve a comunidade e alerta para a importância do rio e de suas áreas naturais. O objetivo é a busca pelo aprofundamento da reflexão sobre o uso do espaço público, além de despertar a consciência da sociedade para uma nova convivência com a natureza urbana.

Em cima desta perspectiva, José Bueno fala sobre o mal uso dos espaços por parte da comunidade local e seus governantes:

“Atravessamos os vários bairros por onde passa o Aribiri e fomos até a foz. Na foz, uma situação muito curiosa. Mostramos uma paisagem, um visual incrivelmente belo, como natureza, mas desprezado no ponto de vista paisagístico, no ponto de vista ambiental, pela cidade. Ali era uma área que se revitalizada, que se de fato fosse feito um trabalho robusto da população com o poder público ao longo do Aribiri para que essas águas chegassem lá tratadas, o esgoto coletado, poderíamos ter ali uma foz extremamente abrasiva , um lugar que vitalizaria a região de Vila Velha de maneira extraordinária. Ou seja, parece meio visionário, parece meio utópico, mas é como a gente vê a realidade, o que confrontamos ali foi a situação real do Aribiri”.

Para saber mais sobre a iniciativa e suas expedições urbanas acesse o site http://www.rioseruas.com.
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